ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Academia da Ortodontia Contemporânea - Turma 2014

Já está no ar o novo site da Academia da Ortodontia Contemporânea. Muito mais interativo, com muita informação e o principal, todo o cronograma e professores que irão participar do Curso avançado em 2014. 

Modulos separados por temas específicos. Hands on com pratica laboratorial em várias palestras. Interatividade com uma turma reduzida de alunos assistindo aula com vários nomes de expressão da Ortodontia Brasileira e Mundial.




Aguardamos a sua visita:

domingo, 17 de novembro de 2013

Pensamento da Semana


“Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras. Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos, porque seus valores... Tornam-se seu destino.”

Mahatma Gandhi



Link sobre o autor:

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Os mini-implantes no arsenal de ancoragem: Novos Paradigmas na Ortodontia



Neste artigo de 2012, publicado pelo International Journal of Biomaterials, pelos autores Masaru Yamaguchi, Toshihiro Inami, Ko Ito, Kazutaka Kasai, and Yasuhiro Tanimoto; do Department of Orthodontics, Nihon University School of Dentistry at Matsudo,  Sakaecho-Nishi, Chiba; Maxillofacial Surgery and Dental Biomaterials, Nihon University School of Dentistry at Matsudo, China, Matsudo, Japan; Mostra um estudo baseado noma revisão sistematica da literatura sobre os recursos de ancoragem absoluta.

Os Paradigmas começaram a mudar no mundo ortodôntico desde a introdução dos mini-implantes no arsenal de ancoragem. Várias formas de ancoragem esquelética, incluindo miniparafusos e miniplacas, têm sido relatadas na literatura. Recentemente, grande ênfase foi colocada sobre o tipo de dispositivo miniparafuso ancoragem temporária (TAD). Estes dispositivos são pequenos, são implantados com um procedimento cirúrgico relativamente simples, e aumentam o potencial para melhores resultados ortodônticos. Portanto, permitem que os clínicos tenham um bom controle sobre a movimentação dentária em 3 dimensões. O tipo de miniplaca também produz melhorias significativas nos resultados do tratamento e ampliou o espectro de ortodontia. O objetivo deste trabalho é atualizar os profissionais sobre os conceitos atuais e os usos versáteis e aplicações clínicas de ancoragem esquelética em ortodontia.
Basedos nesta revisão sistemática da literatura, Os autores concluiram que:
1- Os implantes com miniparafusos podem funcionar como alternativa viável para a ancoragem convencional de molares. Eles são âncoras simples e eficientes para retração de canino, especialmente em situações de ancoragem moderada a máxima.
2- A colocação de mini-implantes para ancoragem esquelética pode propiciar a intrusão posterior sem o efeito colateral de extrusão dos dentes de ancoragem.

Link do artigo na integra via ncbi:

sábado, 9 de novembro de 2013

Academia da Ortodontia Contemporânea 2014 - Professores já confirmados para a próxima turma







Técnica do arco segmentado: Teoria e Hands On Laboratorial


Ancoragem Esquelética Absoluta


Filosofia de Tratamento com Braquetes Auto Ligados


Uma forma simplificada de diagnóstico e tratamento das deformidades dento esqueletais


Mais informações:


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Assimentria facial em indivíduos com mordida cruzada posterior por meio de fotografias


Neste artigo de 2010, publicado pela Revista Gaúcha de Odontologia, pelos autores Jaqueline SCHIAVINATO; Silvia Amélia Scudeler VEDOVELLO; Heloísa VALDRIGUI; Mário VEDOVELLO FILHO; Adriana Simoni LUCATO; do Centro Universitário Hermínio Ometto - Uniararas, Faculdade de Odontologia - Araras, São Paulo. Analisa a assimetria facial em indivíduos com mordida cruzada posterior, por meio de fotografias frontais e comparar os ângulos dos olhos e da boca com o plano mediano da face, verificando se estes ângulos são influenciados pela assimetria.

Os dentes podem constituir um local primário na etiologia da deformidade dento-facial de diversas formas. Exageradas variações de tamanho, forma, número ou posição dos dentes podem provocar maloclusão.

Frequentemente esquecida é a possibilidade das más posições dos dentes induzirem às malfunções e, indiretamente, por meio destas, alterarem o crescimento dos ossos. Um dos problemas mais constantes ocorre em casos de dentes que são muito grandes para os arcos nos quais se encontram, ou arcos muito pequenos para os dentes que sustentam.

A maloclusão de maior frequência é a mordida cruzada posterior e está situada entre 8% e 23,5%. Ocorrem mais nas unilaterais funcionais do que bilaterais. Estes números são similares tanto na dentição decídua, quanto na mista ou permanente. Mordida cruzada é o termo usado para indicar uma relação bucolingual (labiolingual) anormal dos dentes. A mordida cruzada mais comum é aquela vista quando as cúspides bucais de alguns dos dentes maxilares posteriores ocluem lingualmente com as cúspides bucais dos dentes inferiores. Essas alterações dentárias intra-bucais podem de alguma forma interferir na formação óssea, posteriormente podendo afetar a formação facial, quando não interceptada precocemente. Na maioria dos casos ela atinge a dentição decídua, sendo desejável que se faça tratamento precoce, pois dependendo do fator etiológico envolvido torna-se difícil a auto-correção.

Quanto à etiologia, há diferentes fatores prováveis causadores da maloclusão, tais como a respiração bucal, hábitos bucais deletérios, perda precoce ou retenção prolongada de dentes decíduos, migração de germes do dente permanente, interferências oclusais, anomalias ósseas congênitas, falta de espaço nos arcos (discrepância entre o tamanho do dente e o tamanho do arco), fissuras palatinas e hábitos posturais incorretos.

A análise fotográfica é a mais barata e não expõe o indivíduo a um potencial de radiação nociva. Ela permite uma avaliação de baixo custo e uma avaliação da harmonia de relações externas das estruturas craniofaciais, incluindo a contribuição dos músculos e tecidos adiposos.

A mordida cruzada posterior deve ser diagnosticada precocemente devido a uma série de fatores que podem influenciar no equilíbrio muscular bilateral, na posição fisiológica da mandíbula, na posição dentária com o objetivo que todas as estruturas da face estejam em harmonia ou simétricas para seu desenvolvimento. Para que isto ocorra, é necessário um bom exame clínico para detecção da maloclusão, um plano de tratamento criterioso, modelos de estudo, análises cefalométricas, análise fotográfica que permite avaliar tecidos moles, ou seja, todos os meios possíveis para que se complete o diagnóstico favorecendo o prognóstico.

Os indivíduos que possuem uma face harmônica possuem também uma assimetria na face, mas que não interfere na agradabilidade da face. No presente trabalho não houve diferença no ângulo dos olhos analisado bilateralmente em cada paciente, podendo sugerir que a presença de mordida cruzada funcional não interfere neste padrão de simetria.

Quando se instala uma mordida cruzada posterior unilateral, um lado fica mais desenvolvido, ocorre remodelação ramo mandibular, côndilo e fossa que são fatores responsáveis pelo desenvolvimento anormal da face quando em desenvolvimento. Porém, esta assimetria se localizou no terço inferior da face, como mostra a diferença do ângulo da boca mostrado em nossos resultados.

CONCLUSÃO

O desvio funcional da mandíbula não promoveu alterações significativas na análise da face e dos ângulos referentes à distância do ângulo dos olhos e da boca.


Link do artigo na integra via RGO:

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

APARELHO DISJUNTOR FUSIONADO, UMA NOVA VISÃO DA DISJUNÇÃO PALATINA



Neste artigo de 2008, publicado pela Revista OrtodontiaSPO, pelos autores RENATO CASTRO DE ALMEIDA e MARIA HELENA CASTRO DE ALMEIDA; do Programa de Mestrado em Odontologia, Área de Ortodontia, do Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic; Campinas - São Paulo; O aparelho de Haas e Aparelho de Hyrax são aparelhos que têm as mesmas funções, mas com arquiteturas e sistemas de ancoragem diferentes. Ambos apresentam vantagens e desvantagens, portanto, o objetivo deste estudo foi apresentar o Aparelho Disjuntor Fusionado, que une as qualidades de cada um dos anteriores, no intuito de oferecer o melhor aos pacientes que necessitam deste tipo de tratamento.

A primeira menção sobre a disjunção palatina no tratamento de maxila atrésica, que é um procedimento pelo qual a maxila é “dividida” em duas partes na sutura mediana, resultando um aumento em largura, foi realizada por Angle (1860). Seu relato, que foi baseado em observações clínicas, foi corroborado pelas publicações de White (1860); Goddard (1893).

No século 20, Angle (1910); Angle (1912), Hawley (1919) deram início a discussão em torno da disjunção palatina, dando opiniões favoráveis a essa prática. Todavia, alguns autores se mostraram resistentes a essa técnica, como Oppenheim (1911), que acreditava que o método lesava os tecidos e não proporcionava boa higienização. Após esse período, a técnica apresentou intervalos de desuso por quase 40 anos10.

Debbane (1958); Haas (1961) constataram, por meio de métodos radiográfi cos, a abertura da sutura palatina mediana pela aplicação de forças ortopédicas na arcada maxilar. Embasado nesse fato, Haas (1961) passou a divulgar a técnica com maior ênfase, sendo boa parte das suas condutas adotadas até os dias atuais.

A disjunção palatina é indicada em casos de insufi ciência transversal maxilar grave, para obtermos rápida separação de sutura palatina mediana. A disjunção é resultado de expansão ortopédica, que separa a sutura palatina mediana, devido à aplicação de força pesada contra setores laterais do maxilar superior. A força gerada por esses aparelhos é de 3 onças a 10 onças. Cada milímetro de abertura do parafuso do aparelho produz 0,7 mm de aumento no perímetro da arcada. Como resultado da aplicação de força do aparelho de disjunção palatina, a sutura mediana do palato se abre rapidamente (de uma a duas semanas).

Atualmente, a comunidade ortodôntica utiliza, basicamente, dois tipos de aparelhos disjuntores e suas variações, são eles: aparelho disjuntor de Haas e o aparelho disjuntor de Hyrax. Estes aparelhos têm as mesmas funções, mas com arquiteturas e sistemas de ancoragem diferentes.

O aparelho disjuntor de Haas é composto de bandas ortodônticas confeccionadas para o primeiro molar e o primeiro pré-molar de cada lado, que são unidas por uma estrutura de fio de aço inox por vestibular e palatina das bandas, e um parafuso central; todos esses elementos são incorporados a uma massa de acrílico que fi ca em contato com a mucosa palatina. O Aparelho de Haas utiliza um sistema de ancoragem dento-mucossuportável. A magnitude de força liberada por esse aparelho, associado ao seu sistema de ancoragem, proporciona um excelente movimento ortopédico (movimento da base óssea) com mínima resposta de movimentação ortodôntica (movimento dentário).

O aparelho disjuntor de Hyrax é confeccionado com bandas nos primeiros molares e primeiros prémolares, que são unidos pelas faces vestibular e palatina, por meio de um fi o de aço inox e um parafuso expansor, que apresenta quatro hastes de fi o de aço fundidas, cada uma destas hastes é soldada às quatro bandas dos molares e pré-molares. A ancoragem deste aparelho é puramente dentária. Este aparelho determina uma boa magnitude de forças; entretanto, devido ao seu sistema de ancoragem, apresenta certa quantidade de movimento ortodôntico (movimento dentário), além do movimento ortopédico (movimentação óssea).

A utilização do aparelho disjuntor fusionado, que utiliza os conceitos do aparelho disjuntor de Haas, na fase ativa do tratamento, e do aparelho disjuntor de Hyrax, durante a maior parte da fase de contenção, foram relevantes na obtenção da disjunção palatina com ótima tolerância dos tecidos da mucosa palatina, dando facilidade de higienização e propiciando conforto aos pacientes durante a fase de disjunção palatina do tratamento ortodôntico. Portanto, acreditamos que o aparelho disjuntor fusionado é o dispositivo indicado para utilizarmos quando desejamos realizar uma disjunção palatina.


Link do artigo na integra via SPO:

http://www.ortodontiaspo.com.br/PDF_V41_01/ortodivulgacao/v41_n1_ortodivulgacao04.pdf

domingo, 27 de outubro de 2013

Pensamento da Semana



"Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira, mas tantos sonhos já se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum."


Monteiro Lobato

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico: O terceiro Olho no diagnóstico e planejamento do tratamento








Neste artigo de 2011, publicado pelo Virtual Journal of Orthodontics, pelos autores Dr. Vishal Seth. Dr. Prasanth Kamath, Dr. Venkatesh, Dr. Renu Prasad. Dr. Vishwanath, do Department of Orthodontics, Syamala Reddy Dental College, Main Road, Marathalli, Munekolala Bangalore - Karnataka - India. Mostra as aplicações da tomografia Cone-Beam na rotina clinica do Especialista em Ortodontia. 

O tratamento ortodôntico em pacientes adultos com complexos problemas dentários é realizado por equipes interdisciplinares, onde diferentes especialistas da área odontologica tem que gerenciar uma grande quantidade de informações. Em tais casos complicados boas ferramentas de diagnóstico e facilidade na comunicação são essenciais.

A ciência da computação tem um impacto crescente em quase todos os aspectos da prática ortodôntica, como na pesquisa e educação. Na última década, a tecnologia denominada "tomografia computadorizada por feixe cônico" (CBCT) tem evoluído, o que permite a  visualização 3-D do complexo bucomaxilofacial de qualquer plano.Com o desenvolvimento da Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico, houve uma drástica redução na exposição à radiação para o paciente, o que permite seu uso com segurança para a obtenção de imagens tridimensionais das estruturas craniofaciais.

Isso permite que o Ortodontista visualize os tecidos moles e duros da região craniofacial partir de múltiplas perspectivas, o que pode ter amplas implicações no planejamento do tratamento em ortodontia e cirurgia ortognática.

Este trabalho discute em detalhes os princípios da tomografia computadorizada Cone Beam e suas aplicações no campo da ortodontia.


Link do artigo na integra via VJO:

domingo, 20 de outubro de 2013

Pensamento da Semana



"A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável."

Mahatma Gandhi

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Comparação do atrito estático no design de um Slot modificado em braquetes convencionais e autoligados




Neste artigo de 2013, publicado pelo  Journal of Applied Oral Science, pelos autores Raquel Morais CASTRO, Perrin SMITH NETO, Martinho Campolina Rebello HORTA, Matheus Melo PITHON, Dauro Douglas OLIVEIRA, do Departamento de Ortodontia da Potifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, Departmento de Odontologia, otifícia Universidade Católica de Minas Gerais,  Belo Horizonte, Departamento de Ortodontia, Universidade Estadual do Sudoeste – UESB, Jequié. Mostra um estudo realizado com o objetivo de comparar o atrito entre três tipos de braquetes ortodonticos.

Este teve o objetivo de comparar as forças de atrito estáticas geradas na interface braquete / fio braquetes de aço inoxidável com diferentes geometrias e angulações, combinados com fios ortodônticos de diâmetros diferentes.

As forças de atrito foram avaliados com três diferentes tipos de braquetes metálicos: um autoligável passivo  ​​(SmartClipTM, 3M/Unitek, Monrovia, EUA),  um com o designde  Slot modificada (Mini Uni Twin TM, 3M/Unitek, Monrovia, EUA) e um convencional (Kirium, Abzil, São José do Rio Preto, Brasil). As amostras foram montadas em um dispositivo de teste com três diferentes inclinações e testados com fios de fios de aço inoxidável 0,014 "e 0,018"  (American Orthodontics, Sheboygan, EUA). A força de atrito estático foi medido utilizando uma máquina universal de ensaios (DL 500, EMIC ®, São José dos Pinhais, Brasil), com uma velocidade de 1 mm / min. A análise estatística foi realizada por ANOVA de duas vias seguida pelo teste post hoc de Bonferroni.

Houve uma diferença significativa no atrito estático quando os três tipos de braquetes foram testados com o mesmo tamanho do fio. O diâmetro do fio influenciou o atrito apenas quando os braquetes estavam numa angulação de 10 °. A angulação influenciou o atrito quando os braquetes foram preenchidos com o fio 0,018".

Os autores concluíram que os braquetes com design do Slot modificado apresentaram valores de força de atrito estático intermediários entre os braquetes convencionais e autoligáveis ​​testados.


Link do artigo na integra via Scielo:

http://www.scielo.br/pdf/jaos/v21n4/1678-7757-jaos-21-4-0314.pdf



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Estudo através de tomografia (CBCT) das alterações esqueléticas após a expansão rápida da maxila no aumento do comprimento do arco com um aparelho disjuntor cimentado com bandas e fixados com faixas acrílicas.





Neste artigo de 2013, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Ryuzo Kanomi; Toru Deguchi; Eriko Kakuno; Teruko Takano-Yamamoto; W. Eugene Roberts; Da Division of Orthodontics, Tohoku University Graduate School of Dentistry, Sendai-City, Miyagi, Japan; Division of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, Tohoku University Graduate School of Dentistry, Sendai-City, Miyagi, Japan e da Mechanical Engineering, Indiana University and Purdue University at Indianapolis, Indianapolis. Mostra um estudo com tomografias em pacientes submetidos a expansão rápida da maxila com dois tipos de aparelhos e diversas faixas etárias.

O estudo foi realizado como o objetivo de avaliar a resposta tridimensional (3D) esquelética de 5 mm de expansão rápida da maxila (ERM) em crianças em crescimento (6-15 anos) com deficiência de largura maxilar e apinhamento, até a normalização.

Um aparelho colado foi usado antes da erupção dos primeiros pré-molares superiores (Mx4s), e um dispositivo com bandas foi usado depois. Uma amostra consecutiva de 89 pacientes (29 meninos e 60 meninas) de uma odontopediatra e ortodontista, foram divididas em quatro grupos: 1) 6-8 anos (n = 26), 2) 9-11 anos de idade com Mx4s inclusos (n = 21), 3) 9-11 anos com Mx4s eclodiram (n = 23), e 4) 12-15 anos (n = 19). Para todos os pacientes, a avaliação dos efeitos 3D dentários e esqueléticos foram realizados com tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT).

Para ambos os aparelhos em todos os pacientes, a CBCT confirmou um padrão triangular de expansão nos planos frontal e sagital. No geral, ambos os aparelhos produziram uma expansão maxilar significativa (0,80% da ativação de 5 mm), mas as crianças mais velhas mostraram uma resposta cada vez mais dental (menos esquelética). A comparação dos dois tipos de expansores na amostra de cruzamento, em crianças de 9-11 anos, mostrou que o RME colado produzido a expansão esquelética mais eficiente na amostra pré-adolescentes. A largura maxilar,  aumento no nível da sutura zygomatico-maxilar foi o melhor indicador para o desenvolvimento da circunferência do arco superior.

Os autores concluíram que utilização  de aparelhos expansores (colados RPE antes Mx4s entrar em erupção, e um dispositivo com bandas depois), indicados para o tratamento de ERM para todas as crianças de idade entre 6-15 anos.

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

 

domingo, 6 de outubro de 2013

Pensamento da Semana



"Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer."

Santo Agostinho

sábado, 5 de outubro de 2013

Encontro do Grupo NOC em Salvador - Prof. Dr. Alberto Consolaro



O grupo NOC - Núcleo de Odontologia Contemporânea - Unindo Idéias & Dentistas, está organizando seu 17º Encontro, no dia 15 de Outubro na Livraria Cultura do Shopping Salvador as 19:30, contará com a presença do Professor Dr. Alberto Consolaro, que lançará o seu livro "Queremos Saber". Imperdível !

Nossas congratulações a todos os membros deste grupo, que  vieram acrescentar e muito na nossa profissão ....




Maiores Informações: