ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA: A taxa de sucesso com a segunda geração de Implantes Palatinos

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A taxa de sucesso com a segunda geração de Implantes Palatinos











Neste artigo de 2009, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Britta A. Jung; Martin Kunkel; Peter Gollner; Thomas Liechti; Heinrich Wehrbein; do Departmento de Ortodontia, University Hospital Mainz, Mainz, Alemanha; E do Departmento de Oral and Maxillofacial-Plastic Surgery, Ruhr University of Bochum, Bochum, Alemanha. Mostra um resultado de estudo sobre a segunda geração de modelos de implantes palatinos.

O objetivo do estudo foi analisar a evolução clínica em um estudo prospectivo em dois centros de estudos da segunda geração de implantes palatinos funcionais 6 meses após a sua instalação.

De 2005 a 2006, 30 pacientes com idades entre 12 a 41 anos foram incluídos no estudo. Em todos os pacientes, o tratamento ortodôntico exigia um ponto de ancoragem. Os implantes palatinos (Straumann, Basel, Suíça) foram colocados na região mediana da região anterior do palato.

Todos os implantes ficaram inicialmente estável no momento da colocação. No entanto, dois (6,7%) foram perdidos durante o período de cicatrzação. Os restantes 28 (93,3%) foram submetidos a uma carga funcional após um período de cicatrização com a média 12 semanas. Sinais típicos de ligeira inflamação superficial foi observada na mucosa peri-implantar. Durante a fase de carga ortodôntica, os implantes foram acoplados ou modificados ao pêndulo ou um aparelho para distalização transpalatina. O afrouxamento ou perda de impantes não foi registrado durante o periodo de tratamento ativo.

A taxa de perda dos implantes palatinos da segunda geração foi baixa (6,7%). Reações inflamatórias dos tecidos peri-implantares não causou perda dos implante, nem dores.


Link do Artigo na integra via Angle Orthodontist:

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