quarta-feira, 11 de julho de 2018
Curso Avançado para Especialistas Ortodontia Contemporânea - Salvador Bahia - Marlos Loiola - Wendel Shibasaki
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Curso Avançado,
Ortodontia Contemporânea
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Avaliação da eficiência de alinhamento de fios de níquel-titânio e cobre-níquel-titânio em pacientes submetidos a tratamento ortodôntico em um período de 12 semanas: ensaio clínico controlado randomizado
Neste artigo de 2018, publicado pelo Korean Journo of Orthodotnics, pelos autores Burcu Aydın; Neslihan Ebru Şenışık; Özgür Koşkan; do Department of Orthodontics, Faculty of Dentistry, Suleyman Demirel University, Isparta, Turkey e do Departments of Animal Science, Genetics, and Biometrics, Faculty of Agriculture, Suleyman Demirel University, Isparta, Turkey. Buscou avaliar a eficiência dos fios de Niquel titânio e Cobre-Niquel-Titanio.
O estudo teve como objetivo comparar a eficiência do alinhamento e as alterações da dimensão do arco intermaxilar de arcos arredondados de níquel-titânio (NiTi) ou cobre-níquel-titânio (CuNiTi) com diâmetros crescentes aplicados sequencialmente ao arco mandibular.
A fase inicial de alinhamento do tratamento ortodôntico fixo com fio redondo de NiTi ou CuNiTi foi estudada em uma amostra aleatoriamente alocada de 66 pacientes. O grupo NiTi foi composto por 26 mulheres, 10 homens e o grupo CuNiTi (27ºC) composto por 20 mulheres, 10 homens. Os critérios de elegibilidade foram os seguintes: apinhamento mandibular anterior de no mínimo 6 mm de acordo com o Índice de Irregularidade de Little (LII), tratamento sem necessidade de extrações de pré-molares, 12 a 18 anos, dentição permanente, má oclusão Classe I esquelética e odontológica. O desfecho principal foi o alinhamento dos dentes anteriores da mandíbula; O desfecho secundário foi a mudança nas dimensões do arco dentário mandibular durante 12 semanas. Aleatorização simples (razão de alocação 1: 1) foi usada neste estudo duplo-cego. As dimensões do LII e do arco mandibular foram medidas em modelos odontológicos digitais tridimensionais em intervalos de duas semanas.
Não houve diferença estatisticamente significante entre NiTi e CuNiTi de acordo com LII. Os perímetros das arcadas intercaninos e intermolares aumentaram no grupo CuNiTi. Largura entre os primeiros pré-molares mostrou uma interação estatisticamente significativa na aplicação x semana x diâmetro.
Os autores concluir que os efeitos dos arcos redondos NiTi e CuNiTi foram similares em termos de eficiência de alinhamento. No entanto, os perímetros do arco intercaninos e intermolares e as mudanças da largura entre os primeiros pré-molares diferiram entre os grupos.
Link do artigo na integra via KJO:
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Ortodontia Contemporânea
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Propriedades mecânicas dos fios ortodônticos cobertos com um tubo de cetona poliéster-éster
Neste artigo de 2018, publicado na Angle Orthodontist, pelos autores Nobukazu Shirakawa; Toshio Iwata; Shinjiro Miyake; Takero Otuka; So Koizumi; Toshitugu Kawata da Division of Orthodontics, Department of Oral Interdisciplinary Medicine (OIM), Graduate School of Dentistry, Kanagawa Dental University, Yokosuka, Kanagawa, Japan. Mostra um estudo laboratorial realizado com arcos ordonticos recobertos com material estetico.
Os autores realizaram o estudo com o objetivo de avaliar a estética e força de atrito de um fio ortodôntico envolvido por um tubo recém-projetado feito de uma resina de éter de poliéter cetona (PEEK).
Dois tipos de tubos de PEEK padrão foram preparadas em 0,5 x 0,6 x 0,8 e 0,9, e diferentes arcos foram passados através dos tubos. Os valores das cores foram determinados de acordo com o brilho e os matizes. O atrito foi avaliado com diferentes combinações de braquetes e fios, e a rugosidade superficial foi determinada por estereomicroscopia antes e depois da aplicação do atrito.
O tubo de PEEK mostrou uma diferença de cor quase idêntica à dos fios revestidos convencionalmente usados na prática clínica, indicando uma propriedade estética suficiente. O resultado do teste de atrito mostrou que a força de atrito foi bastante reduzida, passando o arco através do tubo PEEK em quase todos os arcos testados.
Os autores concluir que o uso do novo tubo PEEK demonstrou uma boa combinação de propriedades estéticas e funcionais para uso em aparelhos ortodônticos.
Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:
http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/082417-572.1
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Pesquisa
sábado, 23 de junho de 2018
Interview with Professor Dr. Jay Bowman - Part 4
Marlos Loiola - You are a member of the Angle Society, tell us about the routine of a member of a society that is part of the History of Orthodontics. How are meetings and discussions?
Prof. Jay Bowman - The Angle Society of Orthodontists was formed in 1930 by the alumni of Angle’s school to honor their teacher—the father orthodontics. It is important to note that Angle framed the 3 primary foundations of the 1st specialty in dentistry: a school (in St. Louis), a journal (the American Journal), and an organization (the American Society) at the turn of the 20thcentury. He grew disillusioned and soon tendered his resignation. Angle’s name was not officially recognized by the organization he founded until the Angle Lecture was created by the AAO a few years ago (by renaming the Heritage Lecture).
I was invited by Lysle Johnston to join the Eastern Component of the Angle Society but that means jumping over several hurdles of academics and clinical examinations to be accepted for membership—a process taking several years. Upon completion of these requirements, members are required to attend and participate in our annual meetings and these are working 3-4 day events. It is certainly not for everyone. Lysle Johnston and Sheldon Peck instilled me with a fascination for orthodontic history and especially Edward Angle.
Marlos Loiola - I already had the opportunity to talk to you about the History of Orthodontics. And you showed me a book containing letters and reports from Professor Edward Hartley Angle. In your readings, which parts attracted your attention the most?
Prof. Jay Bowman - It doesn’t take a long look at orthodontic history to decide that Edward Angle invented almost everything we use today. His inventiveness, drive, writing, and continual contemplation and enthusiasm for how he might make orthodontics better have certainly been influential.
Marlos Loiola - At this year’s AAO Congress in Washington DC, you presented a lecture. What was the subject? What did you present to the audience?
Prof. Jay Bowman - The title of my talk this year was “Drastic Plastic: Improving the Predictability of Clear Aligners.” It was based on the series of articles that I’ve been involved in publishing on finding ways to make clear aligners produce results that I desired.
Marlos Loiola - Do you follow something the Brazilian orthodontics? Do you have any opinion? Do you have contact with some Brazilian Teachers and researchers?
Prof. Jay Bowman - Early in my career I was fortunate to have been invited to give lectures in Brasil and I cherish the memories from those trips. I became enamored with Brazilian culture, music, and the beauty of the Portuguese language. I was fortune to have visited so many different places from Fortaleza, Recife, Goiania, Sao Paulo, Illabella, Rio, Maringa, and especially Foz do Iguacu. I have had a number of articles published in Brazilian journals and I have collaborated with my good friend, Adilson Ramos.
Marlos Loiola - Professor Jay Bowman what are your Final considerations?
Prof. Jay Bowman - The specialty of orthodontics has a long and distinguished history with many colorful individuals and influential leaders. We’ve been subject to incredible advances and also many blind-paths have stymied us, too. The magic of orthodontics isn’t some kind of technology or special appliance, it’s that careful treatment planning based on good training permits us to create incredible smiles and change people’s lives.
Link of Sites the Professor Dr Jay Bowman:
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Entrevista
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Interview with Professor Dr. Jay Bowman - Part 3
Marlos Loiola - In 2000 you published a Classical study at the Angle Orthodontist held in conjunction with Professor Lysle E. Johnston. In that it evaluated the aesthetic impact in the profile of patients treated with and without extractions. After 18 years of publishing has anything changed? What are the care you take to make the decision to extract or not to extract in orthodontic cases?
Prof. Jay Bowman - I was so fortunate to have been taught by Lysle Johnston, collaborate with him on research and writing, have him as a mentor, and finally to consider him a good friend. I credit him for his encourage, guidance, and stimulus to “think” about orthodontics. The article you noted was the result of research that I needed to gain membership into the Eastern Component of the Edward H. Angle Society of Orthodontists. I was very honored to have won the Angle Research Award from the Angle Orthodontist for this paper.
At that point in time, some general dentists were claiming that extractions were routinely destroying patient profiles and jaw joints. The same methods were applied to samples of Causians, African-Americans, Mexicans, and Koreas with similar results: namely, extractions and some reduction in lip protrusion benefitted patients that needed it (those with initial crowding and protrusion [the keys to the extraction decision]).
Once these overwhelming conclusions were published, critics moved on like mutating viruses with ideas that special type of self-ligating braces would permit the avoidance of extractions, no need for expanders, and would yield “different,” “better,” “fast” and “more esthetic” results. So far, there’s been no promised proof of bone-growing (unless you want to risk expanding teeth in the alveolus), no different, faster, or better results, and when light is shown on smiles—silly buccal corridors disappear.
Marlos Loiola - Currently some professionals have been performing orthodontic treatment with the use of vibratory stimuli. In 2016 you published an article in JCO reporting the treatment of patients with the use of these features in the biomechanics of distal molars. His conclusions at the time were reserved regarding the adoption of the protocol. And now in 2018 something has changed?
Prof. Jay Bowman - Once again, I was looking for a clinical research project for the requirements of Angle membership. I thought that with the large sample of molar distalization patients that I had been following since 1996 (800+), that it would be interesting to determine if something simple and non-invasive like the application of vibration might make a difference in the rate of molar movement. The unique aspect of my study is that I was determined to measure patient compliance in applying the vibration on a daily basis. Other studies that have shown no differences are suspect because they either did not measure cooperation or the patients were not compliant. My conclusions are that it appears there is an effect on the rate of distal molar movement and leveling of the lower dental arch with braces; however, absolute cooperation is likely required to see it. The most important issue is one of the time value of money or the money value of time: is the effect worth the cost?
Marlos Loiola - It is noticed that the aesthetic aligners are becoming more and more popular, with increasingly elaborate applications. How do you see those features that eliminate in some situations the use of centenarians Brackets? And would the use of this resource safely be restricted to the Orthodontic Specialist?
Prof. Jay Bowman - The concept of clear aligners is based on Harold Kesling’s use of a series of tooth positioners from 1945. I was trained by Peter Kesling, so when Invisalign was introduced in 1999, I was certainly interested in trying to make the system work; a process that has been frustrating and the Mother of Invention. Aligners are unpredictable—currently, an evidence-based conclusion. My intent has been to find ways to make it more predictable, result in the creation of adjunctive approaches, the Aligner Chewies, and Hu-Friedy’s Clear Collection of instruments.
Would it be nice to have only orthodontic specialists providing orthodontic treatment? Certainly, however, in today’s environment, that is no longer going to happen. That should not stop the specialist from striving to produce the very best results in the most professional and ethical manner possible.
Marlos Loiola - As for the new technologies, how has the American Orthodontist been implementing tomographic images, digital models, intraoral scans and 3D printing (prototyping) in the clinical routine?
Prof. Jay Bowman - Technology has certainly advanced since the days of the standard edgewise banded appliance. I experienced a taste of the end of that golden age and the lessons learned are sadly lost on the next generation. There is so much incredibly useful information in our history that goes ignored in our rush to the “next new thing.”
Has the introduction of pre-adjusted appliances, direct bonding, superelastic alloys, self-ligation, lingual braces, clear aligners, and miniscrews improved our treatment results? Perhaps. Has diagnosis improved using CBCT, digital scans, digital models, and 3D printing? Maybe. Can excellent orthodontic treatment be produced without the majority of this technology? Probably, yes.
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Entrevista
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Os modelos digitais vs modelos de gesso utilizando alginato e materiais substitutos
Neste artigo de 2010, publicado pela Angle Orthodontist, Pelos autores Gilda Torassian; Chung How Kau; Jeryl D. English; John Powers; Harry I. Bussa; Anna Marie Salas-Lopez; John A. Corbett; do Department of Orthodontics, University of Texas Health Science Center at Houston, Houston; Department of Orthodontics, University of Alabama, Birmingham. Mostra um estudo comparativo en os modelos de gesso tradicionais e os modelos digitais.
Este estudo foi realizado com o objetivo de comparar a estabilidade dimensional de quatro materiais de impressão ao longo do tempo em comparação a modelos digitais OraMetrix vs modelos de gesso tradicional.
Dois alginatos tradicionais (identic e imprEssix) e dois de alginato substitutos (Alginot FS e position PentaQuick) foram usados para fazer as impressões múltiplas de uma Typodont maxilar. Quinze impressões de cada material foram vazados com gesso e em três momentos: 72 horas, 120 horas e uma semana. Cinco impressões de cada material foram levados e foram enviados para OrthoProof para a reprodução do modelo digital de 72 horas. Os modelos digitais foram integrados com o software OraMetrix. Gesso e modelos digitais foram medidos no ântero-posterior, transversais, e as dimensões vertical. O Typodont controle e modelos de gesso foram medidos utilizando um paquímetro digital, e os modelos digitais foram medidos utilizando software OraMetrix.
Houveram mudanças significativas e foram encontradas nos modelos replicados de material de impressão idênticos em todas as três dimensões, por 72 horas. Mudanças estatisticamente significativas foram observadas em impressões imprEssix nas dimensões vertical e intercaninos. Os modelos digitais foram significativamente menores em todas as dimensões em comparação com modelos de gesso e do controle.
Os materiais de impressão idênticos se mostraram estatísticamente e clinicamente com significativa mudança em todas as dimensões dentro de 72 horas e, portanto, não deve ser usado se as impressões não forem vazadas imediatamente. substitutos de alginato foram dimensionalmente estáveis durante um período prolongado. Os modelos digitais produzidos pela OraMetrix não foram clinicamente aceitáveis em comparação com modelos de gesso.
Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:
Este estudo foi realizado com o objetivo de comparar a estabilidade dimensional de quatro materiais de impressão ao longo do tempo em comparação a modelos digitais OraMetrix vs modelos de gesso tradicional.
Dois alginatos tradicionais (identic e imprEssix) e dois de alginato substitutos (Alginot FS e position PentaQuick) foram usados para fazer as impressões múltiplas de uma Typodont maxilar. Quinze impressões de cada material foram vazados com gesso e em três momentos: 72 horas, 120 horas e uma semana. Cinco impressões de cada material foram levados e foram enviados para OrthoProof para a reprodução do modelo digital de 72 horas. Os modelos digitais foram integrados com o software OraMetrix. Gesso e modelos digitais foram medidos no ântero-posterior, transversais, e as dimensões vertical. O Typodont controle e modelos de gesso foram medidos utilizando um paquímetro digital, e os modelos digitais foram medidos utilizando software OraMetrix.
Houveram mudanças significativas e foram encontradas nos modelos replicados de material de impressão idênticos em todas as três dimensões, por 72 horas. Mudanças estatisticamente significativas foram observadas em impressões imprEssix nas dimensões vertical e intercaninos. Os modelos digitais foram significativamente menores em todas as dimensões em comparação com modelos de gesso e do controle.
Os materiais de impressão idênticos se mostraram estatísticamente e clinicamente com significativa mudança em todas as dimensões dentro de 72 horas e, portanto, não deve ser usado se as impressões não forem vazadas imediatamente. substitutos de alginato foram dimensionalmente estáveis durante um período prolongado. Os modelos digitais produzidos pela OraMetrix não foram clinicamente aceitáveis em comparação com modelos de gesso.
Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:
http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/072409-413.1
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Ortodontia Contemporânea
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Precisão de um guia cirúrgico avaliado por tomografia computadorizada cone beam voltado a cirurgia guiada para a colocação de mini-implantes ortodônticos
Neste artigo de 2012, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Jae-Jung Yu; Gyu-Tae Kim; Yong-Suk Choi; Eui-Hwan Hwang; Janghyun Paek;
Seong-Hun Kim; John C. Huang; do Department of Oral and Maxillofacial Radiology,
Kangdong Sacred Heart Hospital, Hallym University Medical
Center, Seoul, Korea; Department of
Oral and Maxillofacial Radiology, Kyung Hee University, Seoul,
Korea; Department of Prosthodontics, Kyung Hee
University, Seoul, Korea; Department of Orthodontics, Collegeof
Dentistry, Kyung Hee University, Seoul, Korea; Division of
Orthodontics, Department of Orofacial Science, University of
California, San Francisco. Avalia a precisão de um guia cirúrgico para inserção de mini implantes ortodonticos com auxílio de tomografia computadorizada de feixe cônico.
Este estudo foi realizado com o intuito de validar a exatidão de um Stent cirurgico guiado por tomografia computadorizada de feixe cônico para colocação de mini-implante ortodontico (OMI) e também, avaliar quantitativamente a diferença entre a posição prescrita e real de mini-implantes em imagens TCFC pré e pós operatório.
Um stent cirúrgico foi fabricado usando Teflon-perfluoroalcoxi, que tem propriedades biológicas adequadas de atenuação de raios-x. O Polivinil siloxano, material de impressão foi utilizado para proteger o stent cirúrgico em mandíbulas de suínos. Digitalização com TCFC foi feito com o stent no lugar para virtualmente inserir os mini-implantes utilizando um software tridimensional (3D). Um ponto de inserção apropriado foi determinado utilizando os dados de reconstrução 3D, e as angulações verticais e horizontais foram determinados utilizando quatro ângulos prescritos. Uma chave com design personalizado foi usado para perfurar um buraco de guia dentro do stent cirúrgico, conforme prescrito nas imagens TCFC para a inserção de 32 Mini-implantes Ortodonticos. As mandíbulas com um stent cirúrgico no local foram examinadas novamente com TCFC para medir os desvios entre os dados de planejamento virtuais e resultados cirúrgicos.
A diferença entre o ângulo prescrito e real vertical foi de 1,01 +- 7,25, e a diferença horizontal foi de 1,16 +- 6,08. O coeficiente de correlação confirma que não houve variabilidade intra em qualquer um dos vetores horizontais (R = 0,97) ou vertical (R = 0,74).
Concluíram que o stent cirúrgico neste estudo com guias de mini-implantes para a posicionamento indicado com o planejado em TCFC. Pode ser considerado como uma ferramenta de guia preciso para colocação de mini-implantes para uso clínico. Uma vez que a diferença estatística não foi significativa.
Link do artigo na Integra via Angle Orthodontist:
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Mini Implantes,
Ortodontia Contemporânea,
Radiologia em Ortodontia
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Mais um artigo OrtoTecnologia na Revista da Sociedade Paulista de Orotodontia (OrtodontiaSPO). Compartilhando algumas terminologias, conceitos, processos entre outras particularidades sobre a Impressão 3D. Suas aplicações na Ortodontia.
Completando mais de 30 artigos e 07 anos nesta coluna em uma revista que sempre acreditou no nosso trabalho. Grato ao seu Editor Chefe, Prof. Dr. Flavio Cotrim. Pelo convite e oportunidade concedida.
O objetivo deste trabalho foi explanar sobre as tecnologias de impressão 3D existentes no mercado, suas características, incluindo os materiais utilizados e suas aplicações na Ortodontia. A impressão 3D está se tornando um assunto de crescente interesse na Ortodontia, apresentando vantagens como a substituição dos modelos de gesso e a confecção de alinhadores, contenções e outros aparelhos customizados, além de permitir um melhor planejamento do caso. Entretanto, existem vários tipos de tecnologias de impressão 3D e materiais disponíveis que podem ser utilizados. As principais características a serem observadas pelo profissional na escolha de um método de impressão 3D são: a precisão, o tempo de impressão, o custo da execução e dos materiais utilizados, e a necessidade de pós-processamento e de operador qualificado. Concluiu-se que através de dados digitais podem ser criados protótipos de várias formas e materiais, que facilitam o diagnóstico e planejamento, além de possibilitar a comunicação a distância entre profissionais. As impressoras 3D estão se tornando mais acessíveis, porém o custo da execução, dos materiais utilizados e da manutenção da máquina, a necessidade de pós-processamento e de operador qualificado são questões ainda a serem consideradas.
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