
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
OrtoPodCast - Episódio 4

domingo, 13 de fevereiro de 2011
Pensamento da semana

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Uso de distrator ósseo dento-implanto suportado em um caso de Reabilitação Oral: Descrição de uma técnica personalizada
O objetivo deste trabalho foi sugerir uma nova possibilidade de distração óssea, com base em distratores ósseo-implantados em protese dentaria, em áreas onde há a necessidade de recuperação do osso alveolar extensa, com instalação de implantes dentários.
Esta técnica apresentou bons resultados associados com a sua simplicidade e o baixo custo, tornando-se uma solução viável para o aumento clínica tecido ósseo.
Embora seu uso é recente, a técnica sugerida mostra o potencial de se tornar amplamente utilizado na tentativa de alcançar o aumento da altura óssea, principalmente quando os implantes dentários são instalados e já osseointegrado.
Artigo enviado pelo Dr. Thiago Coleta, solicitação deste artigo na integra via site da clinica de um dos autores do artigo.
http://delacoletaorto.com.br/
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
1000 seguidores no Twiitter!
Avaliação in vitro da resistência à flexão de um protótipo de mini-implante desenvolvido para ancoragem do aparelho de Herbst

Os mini-implantes foram idealizados a partir da diminuição do comprimento e do diâmetro dos implantes existentes, permitindo que novas áreas pudessem ser utilizadas para ancoragem ortodôntica de acordo com a espessura óssea. Assim, os mini-implantes passaram a ser usados para intrusão dos incisivos inferiores, quando colocados na sínfise mentoniana; para tração horizontal, quando colocados na crista alveolar; para intrusão dos molares, quando colocados entre as suas raízes; ou para distalização dos molares, quando colocados no palato.
Outros autores sugeriram a utilização de implantes como ancoragem ortopédica em animais e, em humanos, no tratamento da má oclusão de Classe III por retrusão maxilar. Já para os casos de má oclusão de Classe II por retrusão da mandíbula, o aparelho de Herbst tem sido muito indicado — pela sua maior eficiência em relação a outros tipos de aparelhos e, também, devido aos seus efeitos positivos na correção ortodôntica e ortopédica. Porém, alguns autores afirmam que existe um grau de descontrole nos movimentos ortodônticos (principalmente a vestibularização excessiva dos incisivos inferiores) que poderia estar associado ao aumento do apinhamento dos incisivos inferiores e à retração gengival.
Tendo em vista esses problemas e com o propósito de superá-los, foi idealizado um mini-implante para ancoragem do aparelho de Herbst. Entretanto, a primeira dúvida que surgiu foi se esse novo mini-implante seria capaz de resistir às forças máximas de mordida (média de, aproxima- damente, 756N ou 75,6kgf).
Assim, o propósito do presente estudo foi avaliar, in vitro, o limite de resistência às forças de flexão de um protótipo de mini-implante desenvolvido especialmente para ancoragem do aparelho de Herbst.
Algumas modificações foram feitas no protótipo de mini-implante em relação aos mini-implantes mais utilizados atualmente, que apresentam diâmetro em torno de 1,6mm e comprimento em torno de 6mm. Essas modificações objetivaram aumentar a área de contato do protótipo de mini-implante com o osso — aumentando, consequentemente, a sua resistência. Assim, o diâmetro desse protótipo possui 2,0mm e é compatível com o espaço inter-radicular mesio-distal entre os primeiros molares e os segundos pré-molares superiores, e entre os caninos e os primeiros pré-molares inferiores (provável local de colocação dos mini-implantes utilizados como ancoragem do aparelho de Herbst), de 3mm a 8mm de distância da crista óssea.
A resistência máxima média às forças de flexão do protótipo de 98,9kgf encontrada no presente estudo e mesmo a força mínima de 98,2kgf, que seria o limite de resistência, foram superiores à força máxima média de mordida humana de 75,6kgf encontrada na literatura. Isso demonstra que o protótipo de mini-implante, isoladamente, poderia resistir a forças de flexão maiores do que aquelas originárias das forças máximas da mordida humana. Entretanto, especula-se que a maior chance de insucesso do aparelho de Herbst apoiado em mini-implantes esteja na interface osso x mini-implante. Assim, antes que estudos clínicos possam ser realizados, novos estudos in vitro devem ser feitos para avaliar a força de resistência à flexão do protótipo de mini-implante inserido em osso.
Link do artigo na integra via Scielo:
http://www.scielo.br/pdf/dpjo/v15n4/06.pdf
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Analise das propriedades mecânicas dos micro-implantes ortodônticos auto-perfurantes com diferentes diâmetros

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
GEORTO - Ciclo de Conferências sobre Braquetes Auto-Ligados


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
OrtoPodCast - Episódio 3

Estudo associa DTM à alteração genética no receptor de estrógeno
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Pensamento da Semana

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Estudo associa DTM à alteração genética no receptor de estrógeno
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
CIRURGIAS ORTOGNÁTICAS E ALTERAÇÕES TEGUMENTARES DECORRENTES FRENTE ÀS ANÁLISES DE ORTODONTISTAS E CIRURGIÕES BUCO MAXILO FACIAIS

3. Para que o resultado estético e funcional das cirurgias ortognáticas seja alcançado, os profissionais envolvidos devem ser meticulosos no exame dos pacientes e com isso, executem um planejamento cirúrgico satisfatório.