ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Correção de caninos impactados com a técnica do arco segmentado
















Neste artigo de 2009, publicado pela Resvista de Ortodontia SPO; pelos autores Luiz Gonzaga Gandini Jr, Roberta Maria de Paula Amaral, Marcos Antônio Mocelini, Rafael Gonçalves Azeredo, Márcia Regina Elisa Aparecida Schiavon Gandini; do Departamento de Clinica Infantil – Unesp/Araraquara; do Departamento de Ortodontia do "Baylor College of Dentistry" e da "Saint Louis University" - EUA e da Pós-graduação em Ciências Odontológicas - Mestrado - Área de Concentração: Ortodontia - Faculdade de Odontologia de Araraquara - Unesp - São Paulo. Mostra um trabalho que tem como finalidade revisar os aspectos relacionados aos caninos superiores impactados, incluindo a etiologia, diagnóstico e condutas clínicas, ressaltando o uso de dispositivos da mecânica do arco segmentado para correção desta condição clínica.

A presença do canino superior permanente no arco dentário é de fundamental importância, pois além de contribuir para a estética e harmonia faciais, este dente é considerado o elemento-chave para o estabelecimento de uma oclusão dinâmica balanceada, participando dos fenômenos de desoclusão em movimentos de lateralidade e compondo a guia anterior. Portanto, diante de um caso de impacção de caninos, o ortodontista deve preocupar-se em realizar o máximo esforço com intuito de posicioná-los em correto alinhamento e nivelamento no arco dentário.

Uma impacção é caracterizada quando o dente, passada a época normal de irrupção, não se encontra presente no arco dentário e, no entanto, não apresenta mais potencial de irrupção, pois sua raiz está completamente formada; ou quando o dente homólogo está irrompido há pelo menos seis meses, com formação radicular completa.


Esta condição clínica é frequentemente encontrada na rotina do consultório ortodôntico; seu diagnóstico e tratamento geralmente exigem a avaliação criteriosa do ortodontista, bem como a cooperação de profissionais de diferentes áreas, como o cirurgião, o periodontista e o radiologista.
A etiologia da impacção dos caninos superiores não é totalmente esclarecida. As prováveis causas descritas na literatura incluem: a falta de espaço na arcada, hereditariedade, traumatismo, dilaceração, anquilose, fissura alveolar e agenesia de incisivos laterais.

O diagnóstico desta condição clínica é realizado pela interação entre aspectos clínicos e radiográficos. No paciente na fase de dentadura permanente completa, a ausência de um ou ambos caninos permanentes, com persistência ou não dos caninos decíduos, provavelmente indica a impacção dos caninos, visto que a prevalência de agenesias destes dentes é muito baixa.


Quanto ao diagnóstico por imagens temos várias técnicas, incluindo radiografias oclusais, panorâmicas e telerradiografias, que também podem auxiliar no posicionamento dos caninos. A radiografia periapical consiste no meio mais simples, proporcionando precisão e confiabilidade clínicas para o diagnóstico inicial de dentes não irrompidos. Apresenta como desvantagem a impossibilidade de correlacionar o local da impacção com as demais estruturas. A tomografia Cone-beam pode ocasionalmente ser utilizada como auxiliar na determinação da correta posição destes dentes.


A correta localização do dente impactado, realizada por meio de exames clínicos e radiográficos, permite o planejamento das forças e da mecânica ortodôntica que serão utilizados no tratamento ortodôntico, a viabilidade do tratamento e, ainda, garante ao cirurgião o acesso apropriado.

Como o canino constitui-se no dente de maior dimensão no arco dentário, na região anterior, com maior comprimento de raiz, sustentado por tecido ósseo especialmente estruturado, com a finalidade de distribuir forças aos elementos craniofaciais11, é grande a possibilidade de ocorrer comprometimento das unidades de ancoragem durante o tracionamento e outras movimentações com aparelhos fixos.


Quando um fio superelástico é inserido diretamente no slot do braquete do canino impactado para tracioná-lo, significantes reações indesejáveis nos dentes adjacentes podem ser produzidas, incluindo a inclinação mesial dos pré-molares e a intrusão e inclinação distal dos incisivos laterais12. Para compensar essas reações, alguns dispositivos da técnica do arco segmentado podem ser utilizados no tracionamento, possibilitando trabalhar com um sistema de força definido e com maior controle dos movimentos do canino e das unidades de ancoragem.

Um dos sistemas que oferecem um excelente controle no movimento dos caninos corresponde ao emprego dos cantiléveres10. Cantiléver pode ser definido como um segmento de fio ortodôntico, geralmente 0,017" x 0,025" de liga de titânio-molibidênio (TMA), no qual uma extremidade é inserida no braquete ou tubo, enquanto que a outra extremidade é amarrada numa outra unidade por apenas um ponto de contato. De acordo com os princípios mecânicos, quando a linha de ação da força encontra-se afastada do centro de resistência do dente, alguma rotação é produzida. Essa tendência rotacional é denominada momento e é proporcional à força aplicada e à distância da linha de ação da força ao centro de resistência (M= FxD).


O cantiléver caracteriza um sistema de forças estaticamente determinado, em que as forças e os momentos são conhecidos, e com esse dispositivo há liberação de forças leves e constantes, sem modificação do sentido das forças e momentos durante a desativação ou a movimentação do dente.


Outro dispositivo da mecânica segmentada de grande utilização para o alinhamento de caninos impactados é a alça retangular, que propicia correções de primeira, segunda (com maior efetividade) e teceira ordens, enquanto continua com o movimento de extrusão do tracionamento12. A alça retangular caracteriza um sistema estaticamente indeterminado, em que suas duas extremidades são inseridas nos braquete e/ou nos tubos. Como característica deste sistema tem-se que durante a desativação do aparelho podem ocorrer mudanças tanto na intensidade quanto no sentido das forças e momentos. Assim como o cantiléver, esse dispositivo é construído com fio 0,017" x 0,025" de liga de titânio-molibidênio (TMA), devendo ser posicionada centralmente em relação ao dente a ser corrigido e deve ter dimensões que variam de 6 mm a 7 mm no sentido cervico-oclusal, e de 8 mm a 10 mm no sentido mesiodistal. Geralmente é apoiada no segmento posterior que serve de ancoragem. A ativação da alça depende da posição desejada do canino tanto no plano sagital quanto no horizontal.


Conclusão:


1. Em virtude da importância funcional e estética dos caninos permanentes superiores, diante de uma impacção, esforços mecânicos deverão ser empregados para o posicionamento correto destes dentes no arco.
2. O tracionamento constitui a terapêutica mais usualmente utilizada no tratamento de caninos inclusos.


3. A mecânica a ser utilizada deve ser bem planejada, a fim de previnir o comprometimento das unidades de ancoragem durante o tracionamento do canino.

4.A técnica do arco segmentado apresenta vantagens quando são necessárias grandes movimentações dentárias ou movimentações de dentes com grande volume.


5. O uso de dispositivos da mecânica do arco segmentado, como cantiléveres e alças retangulares, possibilitam trabalhar com um sistema de força definido e com maior controle dos movimentos do canino e das unidades de ancoragem.



Link do artigo na integra via OrtodontiaSPO:


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Impacção posterior da maxila com osteotomia assistida associada a ancoragem com mini-placas







Neste artigo de 2008, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Cumhur Tuncer; Mustafa Sancar Ata ; Burcu Balos Tuncer; Emre Kaan; do Department of Orthodontics, Gazi University Faculty of Dentistry, Ankara, Turquia. Mostra mais uma forma se utilizar as mini placas de ancoragem ortodontica.


Este artigo apresenta um caso de tratamento ortodôntico de ancoragem com mini-placa acelerada pela osteotomia assistida com impactação maxilar posterior em um caso de mordida aberta grave.


Uma paciente com 14 anos de idade com uma mordida aberta grave foi tratada com intrusão dos dentes posteriores superiores. Uma osteotomia segmentada foi aplicada, e as miniplacas foram fixadas nas areas dos zigomáticos. Uma força intrusiva foi aplicada com molas fechdas de níquel-titânio, utilizando uma força de 250 g nas miniplacas e nos tubos dos primeiros e segundos molares. A intrusão foi concluída com 2,5 meses após a osteotomia. O tratamento foi continuado com os aparelhos ortodônticos fixos e concluído após 12 meses.


Ao final do tratamento, a oclusão ideal e correção da mordida aberta anterior foram atingidas. Os molares superiores foram impactados em 4,0 mm, e o plano mandibular mostrou uma auto-rotação anti-horária de 3,0 graus. Os resultados mostraram que osteotomia facilitou o tratamento ortodôntico claramente, reduzido o tempo de tratamento e não teve efeitos adversos.


Em conclusão, esta técnica de osteotomia pode ser uma opção eficaz para ajudar a intrusão dos molares em graves casos de mordida aberta.



Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


domingo, 25 de maio de 2014

Pensamento da Semana



"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível."


São Francisco de Assis




Link sobre o autor:

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Efeitos da remoção a laser de CO2 de braquetes cerâmicos sobre as propriedades mecânicas do esmalte






Neste artigo de 2010, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Masahiro Iijima; Yoshitaka Yasuda; Takeshi Muguruma; Itaru Mizoguchi; da Division of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, Department of Oral Growth and Development, Health Sciences University of Hokkaido, Hokkaido, Japão. Mostra os efeitos da aplicação de Laser CO2 sobre a superficie do esmalte dentario.

Este estudo foi realizado com o intuito de investigar os efeitos da descolagem a laser de CO2 de um braquete cerâmico sobre as propriedades mecânicas do esmalte dentário.

Cinqüenta e três pré-molares humanos foram usados neste estudo. A temperatura e alterações das amostras seccionadas durante a irradiação do laser foi controlada com um Sistema de microscopia infravermelhaso termográfica. Diferentes definições de laser de saída (3, 4, 5 e 6 W) foram comparados. A resistência ao cisalhamento de braquetes após irradiação laser foi medida para os espécimes coladas com adesivo etch convencional e enxágüe ou com um adesivo auto-condicionante, e a pontuação do índice de adesivo remanescente foi calculada. A dureza e módulo de elasticidade de crosssectionedesmalte após irradiação laser foram investigados pelo teste de nanoindentação. Os dados foram comparados por one-way e uma análise de duas vias de variância, seguida pelo teste de Scheffe.

A temperatura do esmalte aumentou cerca de 200uC sob a irradiação do laser de CO2 com umasaída relativamente alta (5 e 6 W) e um aumento de temperatura de cerca de 100uC 150uC foi visto sob a irradiação do laser com uma potência baixa (3 e 4 W). O suporte de resistência ao cisalhamento diminuiu em todas as condições de irradiação do laser. A dureza e módulo de elasticidade do esmalte não foram afectados por descolamento laser de CO2.

Os autores concluiram que a descolagem a laser de CO2 não causa danos iatrogênicos ao esmalte.


Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Influência da ortodontia funcional e da osteotomia sagital mandibular de avanço sobre as variáveis dentárias e esqueléticas - um estudo defalometrico




Neste artigo de 2006, publicado pelo European Journal of Orthodontics, pelos autores Bettina Lohrmann, Rainer Schwestka-Polly, Hans Nägerl, Dankmar Ihlow and Dietmar Kubein-Meesenburg; do Department of Orthodontics, University of Göttingen and Medical School Hannover, Alemanha. Mostra um estudo longitudinal atraves de interpretações cefelometricas para avaliar os efeito do tratamento orto-cirurgico com osteotomia sagital de avanço.

Este estudo foi realizado com telerradiografias laterais de 200 pacientes portadores de Classe II (106 sexo feminino, 94 sexo masculino), com intervalo médio de pré-tratamento de 9,9-10,25 anos com sucesso, tratados com ortodontia funcional e foram analisadas antes (T1) e após o tratamento (T2). Os dados obtidos e os resultados foram comparados com telerradiografias laterais (T1, T2) de 20 pacientes (15 mulheres, cinco homens) com idade pré-tratamento com média de 25,75 anos, cuja a correção da má oclusão Classe II e discrepância maxilar ântero-posterior foi corrigida por um avanço mandibular com osteotomia sagital.

As distâncias medianas e interquartis foram calculadas para cada variável, em T1 e T2. A diferença mediana entre (T2 - T1) foi analisada utilizando um teste de Rank assinado. As mudanças na dispersão (T2 - T1) foram avaliados por meio de um teste-F. Diferenças significativas em relação a influência nas variaveis de estudo na terapêutica esquelética [ANB, Wits, Índice mandibular - Linha nasal (ML - NL)], (μ β '), funcional e dental (1 ° de NA, 1-· Nota). No grupo tratado inicialmente com aparelhos funcionais, a fim de melhorar o prognatismo mandibular, ântero-posterior (AP) discrepância mandíbular foi reduzida (ANB, Wits). O padrão esquelético vertical (Índice) mudou para uma relação esqueletica mais aberta, enquanto o angulo ML - NL foi reduzido, o que indica um aprofundamento da mordida.

A comparação entre a análise biomecânica da posição do incisivo (β, μ) e variáveis dentárias (1 NA-°, 1-NB °) revelaram diferentes alterações na inclinação do incisivo, dependendo do tipo de análise utilizada. Os resultados para as variáveis dentárias (° 1 NA, 1 °-RN), mostraram uma protusão de ambos os incisivos superiores e inferiores após o tratamento. Os resultados para as variáveis funcionais (β, μ) apresentaram retrusão da parte superior e uma protrusão dos incisivos inferiores. Esta mudança na inclinação do incisivo é uma compensação dentária da discrepância sagital da mandíbula. Este efeito é mais claramente refletida pela análise funcional e as alterações das variáveis biomecânicas β e μ.

Para o grupo de cirurgia ortognática, uma clara melhoria nas relações dentárias e esqueléticas foram observadas: a discrepância esquelética no plano AP foi completamente corrigida (ANB, Wits) e a inclinação dos incisivos de acordo com os aspectos biomecânicos e funcionais foi optimizada (β, μ). A alteração, tanto no índice e ML - ângulo NL neste grupo indicaram um aumento dos componentes da mordida aberta.


Link do arigo na integra via ejo.oxfordjournals:

http://ejo.oxfordjournals.org/content/28/6/553.full.pdf+html

terça-feira, 6 de maio de 2014

Coluna OrtoTecnologia da Revista SPO - Magnificação: o quanto precisamos ver?



Foi publicada na revista de numero 2 volume 47 de 2014, na Revista da Sociedade Paulista de Ortodontia. Mais um artigo da coluna OrtoTecnologia. Onde foi abordado o tema Magnificação do campo de visão do profissional. Através da utilização das diversas lupas disponível no mercado. Item obrigatório em diversos centros de formação e de atividades profissionais ligadas a Odontologia.



Mais um artigo que com certeza irá acrescentar positivamente na rotina de um Ortodontista Contemporâneo.

Mais informações:


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Mini-Molds

















Achei interessante o Mini-Molds, produto composto de "mini-fôrmas" de braquetes, tubos, botões e batentes de mordida, que ao colocar a resina foto e polimerizá-la torna-se um acessório. Muito útil, principalmente para confecção de botões e batentes diretamente na unidade dentaria.

O que o fabricante fala do produto:

Faça braquetes fixos, pontas para habitos de língua, e rampas de abertura sem moldagem, O Mini-Molds fazer o trabalho rapidamente e facilmente. Com 7 diferentes e reutilizáveis moldes. Basta preencher a ponta (escolha a partir de 7 diferentes tratamentos tecnológicos) no dente. Em segundos, a fôrma do Mini-Mold viabiliza um acessório do aparelho desejado de resina ativada por fotopolimerização.

O kit vem com fôrmas:

. Controle de Hábito
. Batente Anterior
. Levante Posterior de Molar
. Contenção fixa para Fios pequenos
. Contenção fixa para Fios grandes
. Botão
. Braquete
. Tubo
. Alça


Link sobre o Produto:
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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Avanço maxilar usando distração osteogênica com um dispositivo intra-oral













Neste artigo de 2010, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Yoko Takigawa, Setsuko Uematsu, and Kenji Takada; do Department of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, Osaka University Dental Hospital, Osaka, Japão; Mostra uma boa aplicação da distração osteogênica.


Este artigo descreve o tratamento ortodôntico cirúrgico da hipoplasia maxilar em um paciente com fissura de lábio e palato com distração osteogênica da maxila com distratores maxilares interno.


O avanço da maxila foi realizado para corrigir o perfil facial e a retrusão maxilar numa má oclusão de Classe III. O movimento de rotação do segmento da distração foi feito para corrigir a parte superior da linha média dentária.


Embora o avanço da maxila tenha sido insuficiente por causa do rompimento inesperado do distrator intra-oral após a conclusão da distração, a tração esquelética com uma máscara facial compensou a escassez. A melhora estética foi bem sucedida e a estabilidade oclusal pós-tratamento foram alcançados sem recidiva perceptível após dois anos de contenção.



Link do artigo na integra via Angle Orthodotist:


terça-feira, 29 de abril de 2014

Determinação do padrão de osteotomia na ERM cirurgicamente assistida em uma fenda palatina unilateral com abordagem em um modelo de elementos finitos




Neste artigo de 2011, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Pawan Gautam; Linping Zhao; Pravin Patel; do Craniofacial Center, University of Illinois at Chicago, Chicago; Mostra um estudo realizado com o método de elementos finitos, realizado em modelo de paciente com fissura palatina.


Este estudo foi realizado com com o intuito de avaliar o padrão de estresse no esqueleto craniofacial de um paciente com fissura unilateral com deformidade do palato secundário e alvéolos, em resposta a várias técnicas de expansão rápida maxilar assistida cirurgicamente (ERMAC).

Três pacientes com modelos compostos específicos do crânio que foram desenvolvidos para análise com modelo de elementos finitos. Os detalhes do procedimento de modelagem foram descritos na na primeira parte deste estudo. A análise de elementos finitos foi realizada em cada modelo com uma técnica ERMAC especificado em combinação com RME usando Abaqus.

A forma ideal de cirurgia na ERMAC para pacientes com deformidade de fissura unilateral do palato secundário e alvéolo seria LeFort I unilateral completa com disjunção do pterigóide em combinação com split palatina mediana, seguida pela divisão palatina mediana isolada e zigomático apoiados por osteotomias.

A técnica mais invasiva de ERMAC pode reduzir significativamente as tensões resultantes. No entanto, este benefício deve ser pesado contra o risco de complicações associadas com o aumento de cirurgias mais extensas. Quando a técnica cirúrgica mais conservadora é selecionada, seria preferível realizar uma divisão palatina mediana, em vez de apoiar as osteotomoias em zigomático, como indicado pela distribuição de tensão-deformação e do padrão de deslocamento associado com técnicas diferentes ERMAC.


Link do artigo na Integra via Angle Orthodontist:

http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/070110-369.1

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Imersão em Braquetes Auto Ligados

Os bráquetes autoligados  e os fios ortodônticos de alta performance ganharam popularidade na década de 70, devido suas promessas revolucionárias e  inovadoras. No Brasil ainda são sistemas recém incorporados na rotina ortodôntica, o que os fazem ser alvos  drde muitas contestações e estudos que objetivam desvendar sua real eficácia, ou se existe um forte componente comercial, com interesses de empresas privadas.

A Academia da Ortodontia Contemporânea lança pioneiramente no Brasil o mais isento e completo   programa de imersão nos aparelhos autoligados. Neste curso teremos 3 linhas de pensamentos, todos pautados na ciência e ampla casuística, com professores autores de livros e respeitados internacionalmente.




quinta-feira, 17 de abril de 2014

Imersão em Biomecânica do Arco Segmentado - Academia da Ortodontia Contemporanea

Uma imersão nos conceitos mais sólidos da biomecânica ortodôntica para quem utiliza técnicas de arco contínuo. Neste curso, teremos 2 dias de aulas teóricas e laboratoriais  para introduzir os conceitos da biomecânica do arco segmentado para serem utilizados em qualquer técnica.

O programa visa situações específicas que tem suscitado dúvidas e dificuldades no dia-a-dia clínico, como verticalização de molares, retrações, distalizações, controle vertical, intrusões, distalizações, etc.

Você poderá ouvir, ver e fará os dispositivos em aula. Sob orientação da equipe da Ortodontia Contemporânea e todos os efeitos serão estudados.



terça-feira, 15 de abril de 2014

Distalização dos molares superiores usando um braço de força associado a mini implantes






















Neste artigo de 2008, publicado pela Angle Orthodontics, pelos autores Seung-Min Lim; Ryoon-Ki Hong, de Seul - Corea do Sul. Os autores mostram mais uma forma de distalização de molares de forma eficiênte utilizando os Mini implantes Ortodonticos associados a um braço de força prolongao preso ao tubo dos molares.


Recentemente, muitos estudos têm sido feitos sobre a distalizaçãp do molar utilizando dispositivos de ancoragem temporaria. No entanto, os efeitos colaterais da distal movimento, tais como distal depósito, rotação, ou de extrusão, ainda estão por resolver. Este artigo descreve o uso da alavanca-braço e mini-sistema de implante controlados movimento distal de molares superiores e dois casos clínicos nos quais os pacientes foram tratados com este sistema.


Os Mini implantes são ótimos para controlar o ponto de aplicação da força na área posterior sem perda ancoragem. Quando o comprimento do braço de alavanca e a posição dos mini implantes são ajustadas, a desejada linha de ação da força distal é determinada respeitando o centro de resistência dos molares superiores.


O braço de alavanca, e os mini implantes são um sistema útil não só para a ancoragem absoluta, mas também para o controle tridimensional durante a distalização dos molares superiores.


Link do artigo na Integra via Angle Orthodontics:


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Avaliação da precisão das imagens reconstruídas em 3D utilizando a TC cone-beam e mensurações manual




Neste artigo de 2012, publicado pelo Imaging Science in Dentistry, pelos autores Mija Kim, Kyung-Hoe Huh, Won-Jin YI, Min-Suk Heo, Sam-Sun Lee, Soon-Chul Choi; Department of Orthodontics, Hangang Sacred Heart Hospital, Graduate School of Clinical Dentistry, Hallym University, Seoul; Department of Oral and Maxillofacial Radiology and Dental Research Institute, School of Dentistry, Seoul National University, Seoul; Department of Oral and Maxillofacial Radiology, BK21 Craniomaxillofacial Life Science, and Dental Research Institute, School of Dentistry, Seoul National University, Seoul, Korea. Mostra um estudo comparativo entre as mensurações cranianas com paquímetro digital e realizadas com auxilio de softwares de reconstrução 3d de Tomografias computadorizadas. 


Este estudo foi realizado com o objetivo de determinar a precisão das medições lineares em imagens tridimensionais (3D) utilizando multi-detector de tomografia computadorizada (TCMD) e a tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT). 

O TCMD e CBCT foram realizados utilizando 24 crânios secos. Vinte e uma medições foram feitas nos crânios secos utilizando paquímetro digital. Ambos os tipos de dados da TC foram importados para o Software OnDemand e  a identificação dos pontos de referência nas superfícies das imagens 3D, o processamento e cálculo das medidas lineares foram realizadas. A reprodutibilidade das medidas foram avaliadas por meio de medidas repetidas ANOVA e ICC, e as medições foram comparadas estatisticamente utilizando o teste t de Student. 

Todas as avaliações das baseadas em medições diretas e em medições sobre as imagens de TC 3D da superfície de renderização usando TCMD e CBCT não mostraram diferenças estatisticamente sob o exame ICC. As medições não mostraram diferenças entre as medidas diretas no crânio seco e nas medidas baseadas em imagens 3D TC de renderização de superfície.

Os autores concluíram que as imagens tridimensionais da superfície reconstruída usando MDCT e CBCT são adequadas para medições em 3D.

Link do artigo na Integra via  isdent :

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Biomecânica e protocolo de tratamento ortodôntico na Distração Osteogênica Maxilofacial





Neste artigo de 2011, publicada pela National Journal of Maxillofacial Surgery, pelos autores Sandhya Maheshwari, Sanjeev K. Verma, Mohd. Tariq, K. C. Prabhat, Shailendra Kumar, do Department of Prosthodontics, C.S.M. Medical University (KGMC), Lucknow, India e do Department of Orthodontics and Dental Anatomy, D. Z. A. Dental College, Aligarh Muslim University, Aligarh, India. Demonstra todo o protocolo de tratamento voltado para pacientes submetidos a distração osteogênica.

Como nos procedimentos cirúrgicos combinados e ortodôntico  tradicionais , um ortodontista pode desempenhar um papel fundamental no planejamento e do tratamento ortodôntico de um paciente submetido a distração osteogênica. 

Este papel inclui a avaliação pré-distração do esqueleto craniofacial, da função oclusal, pré-distração, distração e pós-tratamento ortodôntico. Com base na avaliação clínica, estudo dos modelos dentarios, análise fotográfica, avaliação cefalométrica e análise tomográfica tridimensional computadorizada, o ortodontista em colaboração com o cirurgião buco maxilo facial, planeja colocação do  dispositivo de distração e analisa os vetores previstos da distração. 

Finalmente, como em outras formas de cirurgia ortognática, a prática da distração osteogênica depende da cooperação e planejamento entre o ortodontista e o cirurgião como uma equipe. Objetivo do artigo foi analisar a biomecânica e protocolo de tratamento ortodôntico da distração osteogênica na região maxilo-facial.

Link do artigo na integra via NCBI:

domingo, 6 de abril de 2014

Pensamento da Semana


"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade."


Georges Bernanos

quinta-feira, 3 de abril de 2014

ORTHO Flextech ™


Interessante este produto da Reliance, industria com referencia em sistemas de adesão, o ORTHO Flextech ™,  uma espécie de fio com composição a base de ouro, o que deve permitir uma certa maleabilidade e resistência ao produto. Alem da biocompatibilidade inerente ao Ouro. com preço sugerido no Site de US$ 150,00

O que a empresa fala do produto:

ORTHO Flextech ™


Sistema de Retenção Dental

A próxima geração em retenção lingual Usando Retentor Cadeia contínuo de ouro

RECURSOS DO PRODUTO

. Ortho Flextech se destina a ser usado para reter a posição dos dentes após o tratamento ortodôntico.
. Estabiliza correções ortodônticas
. Previne recidivas rotacional
. Fácil aplicação - naturalmente a formas de curvatura do arco lingual
. Menor tempo profissional / menos tempo de cadeira
. Baixa taxa de falhas devido a "flex linkage"
. Sem custos ou atrasos de laboratório
. O conforto do paciente melhorou - estabelece planos contra os dentes
. Estética duradoura devido à composição de ouro 14 quilates branco.

Link do Produto: